A qualidade da justiça depende do advogado que você contrata.

Reflita sobre esses pensamentos.


“HÁ GRANDES HOMENS QUE FAZEM COM QUE TODOS SE SINTAM PEQUENOS. MAS O VERDADEIRO GRANDE HOMEM É AQUELE QUE FAZ COM QUE TODOS SE SINTAM GRANDES”. (Charles Dickens)




"Senhor, fazei de mim um instrumento de vossa paz"
"Seigneur, faites de moi un instrument de votre paix"
"Lord, make me an instrument of your peace"
"Señor, hazme un instrumento de tu paz"
"Signore, fa di me uno strumento della tua pace"
"A QUALIDADE DA JUSTIÇA DEPENDE DO ADVOGADO QUE VOCÊ CONTRATA."
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domingo, 3 de março de 2013

UM TEXTO PARA REFLETIR SOBRE O NOSSO COMPORTAMENTO!



COMPORTAMENTO
Montserrat Martins

Os ovos de ouro

Sabe aquelas histórias de infância, bem fantasiosas, como a fábula de Esopo sobre a "galinha dos ovos de ouro"? Elas não foram criadas só para as crianças, pelo menos um dos autores desse gênero, La Fontaine, acreditava que seriam a melhor forma de criar imagens capaz de produzir reflexões também nos adultos. Seguiu o estilo de Esopo, que falava da vaidade e ignorância humanas através dos animais, considerava que a fábula "é uma pintura na qual podemos encontrar nosso próprio retrato".

Como se aplicaria a fábula dos ovos de ouro no nosso cotidiano? Podemos ver em empresas públicas e privadas funcionários que boicotam o próprio trabalho, mas também pessoas em cargos de liderança que com suas atitudes desqualificam ou desmotivam os seus empregados. Seja qual for a origem da discórdia, ou o que a perpetue, nesses conflitos internos todos perdem, pois se a empresa for mal estarão matando a "galinha dos ovos de ouro" que os sustenta.

Na sociedade como um todo, há uma questão mais complexa e de enorme relevância, nas relações entre as questões econômicas e as de preservação. Nossa riqueza depende das "matérias primas" e os ambientalistas são vistos como obstáculo a quem quer produzir mais. Quem está com a razão ? Existem conflitos sérios que merecem estudos de "caso a caso", mas a própria metáfora dos "ovos de ouro" nos lembra que esses interesses não deviam ser vistos como antagônicos, porque estamos todos no "mesmo barco", as consequências atingirão a todos. Sem produzir, empobrecemos. E sem cuidar do ambiente, a fartura não irá durar tanto.

Questionam-se leis de proteção às margens dos rios e encostas de morros, como entraves à produção agrícola em vários municípios. Mas a natureza tem suas próprias leis, que não podemos revogar (como a lei da gravidade) e os processos erosivos formam sedimentos que, chegando aos rios, provocam seu assoreamento - uma das causas de morte dos rios (pela redução de profundidade), ou de desvios de curso, ou mesmo de enchentes.

Vivemos no país um momento de elevada auto-estima com o aumento do PIB e projeções econômicas favoráveis, no cenário mundial, mas ainda não mensuramos os riscos do pré-sal, por exemplo, haja visto a tragédia do vazamento de 700 mil litros de óleo na costa americana. Pouco divulgadas ainda são alternativas promissoras, como as pesquisas e experiências da Engenharia Metalúrgica da UFRJ sobre o hidrogênio como combustível. Em junho comemoramos o Dia do Meio Ambiente e essa é mais uma ocasião para refletirmos sobre como preservarmos tanto nosso ambiente humano (nas relações de trabalho) quanto o ambiente físico, já que a natureza é a nossa "galinha dos ovos de ouro".

Ana Echevenguá ana@ecoeacao.com.br por googlegroups.com  

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